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Mostrando postagens de Janeiro, 2010

Cara nova no Congresso

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Recebi do blogueiro Lord um link em ordem alfabética, com os nomes dos parlamentares que não se deve votar nas eleições de 2010. Se você frequenta outros blogs, divulgue nos mesmos e envie e-mails para amigos e conhecidos. Nessas eleições, não podemos votar em corruptos e caras-de-pau.

http://caranovanocongresso.blogspot.com/2010/01/lista-de-politicos-com-ficha-suja.html

Em 1878, o grande historiador inglês Arnold Toynbee já dizia: "O maior castigo para aqueles que não se interessam por política, é que serão governados pelos que se interessam". É por isso que devemos ter muito cuidado com eles. .

Quando o Irã era um modelo de tolerância

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O Irã atual pouco se parece com seu ancestral, o Império Persa. Até o século VII, o reino fundado por Ciro, o Grande, mostrou ao mundo que unir é mais importante que dividir.
Cercado por fronteiras naturais, o Irã é uma fortaleza situada a 700 metros de altitude, em média. Conhecida como Pérsia, a região foi berço de vários impérios, cuja história alterna períodos de grandeza e períodos obscuros. Durante toda a Antiguidade, porém, um traço marcou os soberanos persas: a tolerância. Clique e saiba mais.
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O caos no Haiti em 2010 e em Lisboa em 1755

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Ao ver as imagens do Haiti não posso deixar de lembrar do terrível terremoto de Lisboa no século XVIII. Naquela época, parece que o caos foi bem maior que o de Porto Príncipe.

O que presenciamos hoje no Haiti está sendo mais do que um forte terremoto. É a destruição do centro de um país sempre renegado pelo mundo. É o resultado de intervenções, massacres e ocupações que sempre tentaram calar a primeira república negra do mundo. Infelizmente, os haitianos estão pagando até hoje por essa ousadia.

Além do mais, podemos perceber que por trás do discurso de ajuda às vítimas dessas tragédias, há um jogo de interesses nacionais cada vez mais forte. E aos poucos essa ajuda humanitária vai se transformando em um projeto político, militarizado e estratégico. É só observarmos a atuação dos EUA e de outros países, ao longo da História.

"Em 1 de novembro de 1755, Lisboa foi destruída por um terremoto grau 9 na escala Richter, seguido de um tsunami com ondas de 20 metros de altura. Dos 275 mil h…

Lei institui o Dia Nacional do Historiador

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Essa eu ainda não sabia e aproveito para divulgar a todos os interessados. Não deixa de ser um belo reconhecimento ao importante trabalho dos historiadores em nosso país.

Desde dezembro de 2009, os historiadores passaram a ter o seu próprio dia: A homenagem será sempre no dia 19 de agosto, data que comemora o aniversário do intelectual pernambucano Joaquim Nabuco (nascido no ano de 1849), que exerceu uma série de atividades, como, por exemplo, a de diplomata, político e historiador. Além disto, Nabuco foi um grande opositor da escravidão e um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras (ABL).

"LEI Nº 12.130, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2009

Institui o Dia Nacional do Historiador, a ser celebrado anualmente no dia 19 de agosto.

O VICE-PRESIDENTE DA REPUBLICA , no exercício do cargo de PRESIDENTE DA REPUBLICA

Faco saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1 E instituido o Dia Nacional do Historiador, a ser celebrado anualmente no dia 19 de agosto.

Art. 2…

Os arquivos musicais e o ensino da História

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Você sabia que a etnomusicologia pode ser uma poderosa aliada dos professores de História?
No "Acervo Digital" da Revista de História da Biblioteca Nacional, o professor Renato Venâncio, da Universidade Federal de Ouro Preto, ensina como conhecer o nosso passado através dos sons.
Clique aqui e saiba mais
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Barão do Rio Branco e família

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O Barão do Rio Branco e família posam para uma tradicional photographia feita em estúdio. Hoje esse hábito está praticamente fora de moda. Principalmente depois do surgimento de filmadoras e câmeras digitais.

José Maria da Silva Paranhos Júnior (Rio de Janeiro, 20 de abril de 1845 - Rio de Janeiro, 10 de fevereiro de 1912) foi um diplomata, Ministro de Estado, geográfo e historiador brasileiro. Era conhecido pelo título nobiliárquico de Barão do Rio Branco, sendo filho de José Maria da Silva Paranhos, Visconde do Rio Branco. Saiba mais

Com sua morte, a Avenida Central recebeu o seu nome, em homenagem a este ilustre brasileiro.

Sempre me impressiono com a maneira elegante de vestir das pessoas de antigamente. Será que elas sofriam com o calor intenso que nós sofremos hoje? Ou será que o calor do Rio de Janeiro era mais brando?
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Ilha Grande, onde História e Natureza se encontram

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Dois anos após o Descobrimento do Brasil o navegador Gonçalo Coelho que já havia batizado o Rio de Janeiro, descobriu em 06 de Janeiro de 1504, a Ilha Grande. A princípio eles pensavam que a Ilha fosse um continente e ao seu leste, a desembocadura de um grande rio. O nome surgiu por índios Tamoios que a chamavam de "Ipaum Guaçu", expressão que significa Ilha Grande. Saiba mais

Depois de tantas tragédias e vítimas. E sabendo que a Natureza também faz parte da História. Eu me pergunto: O que mais terá que acontecer para começarmos a respeitar a natureza?

Essas manifestações climáticas com resultados trágicos são, com certeza, produto dos abusos do homem. Desde jogar lixo ou construir em lugares indevidos, até a recusa em diminuir a emissão de gases poluentes. E como sempre qualquer um de nós pode ser a próxima vítima.

E tem mais... Você sabia que a Ilha Grande é uma Área de Proteção Ambiental (APA) de tutela do Estado? Então de quem é a culpa?Quer saber? Clique nos links, part…

A Igreja de São Pedro dos Clérigos e o Rio dos anos 1920 e 1930

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Não se pode pensar em fotografias do "Rio Antigo" sem lembrar de Augusto Malta. Foi tão grande a sua produção fotográfica, que ainda temos a impressão de que ele está bem vivo entre nós.

Neste belo registro de Malta, vemos a Igreja de São Pedro dos Clérigos, uma jóia da arquitetura barroca, que foi abaixo com a construção da Av. Presidente Vargas. Era uma das poucas igrejas no mundo com nave e torres elípticas. Situava-se na esquina da rua dos Ourives (atual Miguel Couto) com a Rua de São Pedro. Se ainda existisse, estaria onde hoje é o leito da avenida.

Esse foi mais um dos inúmeros crimes contra o patrimônio histórico da cidade do Rio de Janeiro ao longo de toda a sua história. E você, o que acha?
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